Internet des objets : des machines et des systèmes de plus en plus connectés façonnent l'avenir de l'industrie 4.0

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A Internet das Coisas (IoT) vem ganhando espaço no Brasil. Por meio dela, estamos mudando a maneira como nos relacionamos com nossa casa – conectando aparelhos como TVs, luzes, geladeiras e outros à internet; e nossas cidades – com frotas de transporte público conectadas e monitoradas em tempo real, por exemplo.

Agora, a inovação também chega às empresas com a Internet das Coisas industrial (IIoT), que vai muito além dos dispositivos cotidianos utilizados por todos nós e abrange uma convergência entre tecnologia da informação (TI) e tecnologia operacional (OT), que se refere aos sistemas e dispositivos utilizados no âmbito industrial.

A IIoT se insere no conceito de Indústria 4.0, que ainda engatinha no Brasil. De acordo com o projeto Indústria 2027, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), apenas 1,6% das 759 empresas brasileiras consultadas utilizavam sistemas conectados e integrados e processos inteligentes.

Apesar de sua pouca utilização, o setor está em crescimento e os benefícios são muitos. Com a aplicação da IIoT, as indústrias têm acesso a sistemas mais integrados e automatizados, permitindo o monitoramento de toda a infraestrutura de operação. A economia de recursos também é alta: de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a aplicação em larga escala de elementos da Indústria 4.0 no Brasil geraria uma economia de R$ 73 bilhões por ano.

Dentre as principais vantagens da aplicação da IIot, estão:

  • melhoria dos níveis de segurança da indústria;
  • aumento da eficácia energética;
  • manutenção preditiva;
  • decisões rápidas e objetivas.

A partir da expansão da IIoT, assim, a tendência é que tenhamos não apenas casas e cidades, mas também máquinas e indústrias cada vez mais inteligentes e independentes de intervenção humana.

Sensores acompanham funcionalidade de máquinas

Por meio da IIoT é possível, por exemplo, obter dados em tempo real do funcionamento de máquinas. Caso algum equipamento apresente funcionamento fora do padrão – como um aumento súbito de temperatura -, dispositivos conectados à máquina transmitem a informação em tempo real para as equipes de manutenção, que podem tomar decisões de forma mais rápida e acertada.

É o caso do DynaLogger, sensor sem fios que monitora a vibração e temperatura de máquinas, desenvolvido pela empresa catarinense Dynamox.

“Os sensores identificam possíveis alterações no funcionamento das máquinas e enviam os dados para uma plataforma na nuvem. A plataforma, por sua vez, gera gráficos com essas informações. Se os gráficos apontam um comportamento fora do padrão, o sistema gera alertas para o setor de manutenção”, explica Jonas Ieno, CEO da Lieno Tecnologia, empresa parceira de P&D da Dynamox.

A utilização dos sensores permite à indústria estar sempre à frente de possíveis problemas. “Eles permitem a realização de uma manutenção preditiva, que identifica problemas potenciais antes que ocorram. Isso gera uma economia na manutenção e no gasto de pessoal, pois não há a necessidade de equipes realizando a verificação periódica das máquinas”, diz Jonas Ieno. Atualmente, os DynaLoggers são utilizados em empresas como a Vale, Mercedes e LG.

Plataforma monitora sistema de refrigeração em tempo real

Um outro produto da Indústria 4.0 desenvolvido pela empresa de engenharia eletrônica Technologie Lieno é o Automati, plataforma utilizada, por exemplo, no Manaíra Shopping, em João Pessoa. Ela monitora a temperatura, umidade e presença de fumaça no sistema de refrigeração e iluminação do shopping.

Segundo Jonas, com essa plataforma é possível montar soluções personalizadas para praticamente qualquer aplicação de automação e monitoramento de máquinas em ambientes à distância.

“Com o uso do sistema, o shopping tem uma economia incalculável ao evitar problemas como incêndios e curtos. Qualquer alteração de funcionalidade é transmitida rapidamente para a equipe técnica de manutenção, que pode resolver a situação antes que ocorra qualquer prejuízo”, conclui Jonas Ieno.

Selon Luan, avec l'expansion de l'utilisation de cette technologie, il sera possible d'avoir des villes avec un trafic complètement autonome, basé sur des véhicules sans pilote qui reconnaissent eux-mêmes le chemin et les obstacles. Internet des objets

0 Selon Luan, avec l'expansion de l'utilisation de cette technologie, il sera possible d'avoir des villes avec un trafic complètement autonome, basé sur des véhicules sans pilote qui reconnaissent eux-mêmes le chemin et les obstacles.

Selon Luan, avec l'expansion de l'utilisation de cette technologie, il sera possible d'avoir des villes avec un trafic complètement autonome, basé sur des véhicules sans pilote qui reconnaissent eux-mêmes le chemin et les obstacles.

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